Não vejo as coisas dessa forma.
O meu caso em concreto, não tenho fichas no chão e em caso de alarme, é garantidamente água muito superficial no piso. Vou meter sensores espalhadas na casa, escondidos em sítios importantes, e em contacto com o chão. Já tenho isso em testes há cerca de um ano na minha casa atual, e funciona muito bem.
Também em caso de alarme, é isso mesmo, um alarme que me permita em pouco tempo ver o que se passa! Não pretendo receber um alarme desses e não ir ver o que se passa em poucos minutos (eu ou algum familiar).
É como teres um alarme em casa, se ele toca é para ir ver o que se passa em poucos minutos, não é para o ignorar.
Usando uma válvula que mantenha o estado, faz com que se ficar sem luz, fique sem água (caso estivesse fechada)! E nos últimos 2 anos, tivemos 2 crises de eletricidade.
Como é óbvio, falamos disto de forma tudo automatizada. Manualmente podemos mudar tudo 
Mas a forma como estou a projetar neste momento, é como se tivesse luz sempre ou caso ela falhe por 2 ou 3 dias. Também penso desta forma porque tenciono ser 100% autónomo (ter baterias para o mínimo). Não será possível ter uma fuga, e a fuga originar um curto! Agora se houver uma fuga e não houver luz….é um conjunto de fatores com uma probabilidade mínima.
A isto também vou ter um furo, e quero ter um “sincronismo” entre os 2. Com luz, sem luz, de várias formas. Daí ter apostado nestas válvulas de esfera que ficam num determinado estado quando não há luz.
Também vou ter um controlo de fluxo de água (no ramal principal), que me permite ver se estou ou não a consumir.
Imagina, se não estiver não ninguém em casa, se não houver máquinas a funcionar (tenciono ter consumos instantâneos de tudo), e há consumo de água, mesmo que um sensor de chão não aciono, a válvula vai na mesma fechar!
Só para terminar, a válvula do ramal principal é NO mesmo por isso! Ela só fecha de forma automática, tirando isso está sempre aberta. Nunca poderia ser NC (isto na minha forma de ver aquilo que imaginei)